about ponys
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
mess
that's how my life is, right now. an unbelievable fucking mess.
i'm gonna kill myself and then trow me in the garbage can at the university campus!
do you want a piece of me?
domingo, 13 de dezembro de 2009
after today, before tomorrow
estou sempre a ser mal interpretado, e, para além disso, começo a ter pouca credibilidade perante os outros.
é melhor começar a chegar a horas, antes que a minha existência se desvaneça.
i'm not your toy
porquê?
é a pergunta que eu mais tenho vindo a fazer nos últimos tempos. porquê?
estamos a tirar um curso de merda, para depois ter um emprego de merda. ganhar a porcaria de um ordenado de merda, para o gastar em poupanças para fazer uma casa de merda e comprar um carro de merda, pra depois morrermos na merda, e deixar tudo.
sim. gasta-lo em poupanças.
gasta-lo em poupanças.
porquê? para quê o esforço então?
falei com uma amiga minha no outro dia que me disse.
- a vida é assim. a vida é isso. não podes atingir a imortalidade.
eu sei que isto é muito derivado do facto de eu não saber o que fazer da vida neste momento. quer dizer, realizador eu sei que gostava de ser, já estive mais longe é certo, mas no momento estou com sérias dúvidas se conseguirei chegar mais perto.
expectativas e padrões demasiado elevados.
e falta de talento.
eu tenho de confessar que por muito que me deixe triste, talento não é algo que abunde. eu pessoalmente não considero que tenha talento para a vídeoarte em geral, a realização em específico, ou até qualquer outro tipo de arte. não me sinto inspirado. e então pergunto-me.
em primeiro lugar, porque raio vim eu tirar um curso superior para ter uma profissão nas artes, se não tenho sequer jeito para as artes? porque, embora o curso seja técnico, nada do que nele é técnico me interessa, sinceramente. não queria ver as minhas perspectivas de vida resumidas a operar câmaras em canais de televisão locais. e nem para isso eu tenho jeito.
sinto fata de algo grande, algo que me ocupe o tempo, algo que me dê prazer fazer.
algo que não seja produzir programas de televisão deprimentes, sobre temas deprimentes. que me façam fazer reportagens sem o menor interesse para colocar num alinhamento que sou obrigado a fazer. num trabalho que sou obrigado a fazer. que não coloco o mínimo de paixão, o mínimo de gosto, o mínimo de mim. porque não quero. porque me recuso. porque não gosto.
porque não gosto.
mas no fundo ainda me sinto aliviado porque, afinal, é apenas por agora. e voltando ao tema inicial, a vida, a vida também é apenas por agora.
(rasguei as calças do pijama)
continuando. se afinal, nada disto me dá prazer fazer e, por outro lado, chega a ser desmoralizante, para não dizer penoso, então porque raio estou a perder o meu tempo com coisas... de merda?
para comprar uma casa, um carro, e comer, e isso.
deixa-me mesmo triste que as pessoas estejam conformadas de que a vida é isso. é inexplicável, mas eu, eu não vejo sentido nenhum nisso.
não faz sentido, sequer.
- tem de haver algo mais - disse-lhe.
fannin' street
três anos num curso de audiovisuais permitiram-me desenvolver tamanho ódio, tamanha frustração, tamanha resistência, e tamanha azia (como tu dizes) à televisão e ao cinema, que no final, não quero trabalhar em nada disto.
vou mas é dedicar-me à pintura abstracta (digo, abstrata, segundo o novo acordo ortográfico.), criar uma banda de música alternativa kinda pop like punk kinda rock and metal kinda indie but a little bit country kinda world, ou então limitar-me-ei a ser um parasita social.
don't go down to fannin' street.
you'll be lost and never found,
you can never turn around.
don't go down. to fannin' street.
the ropes - street i never lived on
Here's the place where I grew up
A street I never lived on
I have no roots here at all
No affiliations
Just a temporary stop
Just a second on a clock
I'm not ashamed to say I hail
From a street I never lived on
It's just a place to send the mail
And write on applications
Nothing but a paper trail
Just a breath that I'll exhale
I know that I'm leaving eventually
You said that you grew up too
On a street you never lived on
Your room didn't have the room
For your imagination
Just something you had to do
Imagine that you're leaving soon
Just know that you're leaving eventually
We know that we're leaving eventually
A street I never lived on
I have no roots here at all
No affiliations
Just a temporary stop
Just a second on a clock
I'm not ashamed to say I hail
From a street I never lived on
It's just a place to send the mail
And write on applications
Nothing but a paper trail
Just a breath that I'll exhale
I know that I'm leaving eventually
You said that you grew up too
On a street you never lived on
Your room didn't have the room
For your imagination
Just something you had to do
Imagine that you're leaving soon
Just know that you're leaving eventually
We know that we're leaving eventually
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
i wish i was in new orleans
hoje estou bem. estou calmo e nem estou muito chateado. mas só me apetece desaparecer.
i can't have you staying here. no way. no way.
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